Água boa do Xingu ela não pode morrer

Uma poesia do Sr. José Alves da Neves morador de uma localidade em Altamira.


"Água boa do Xingu ela não pode morrer é a nascente de vida para o povo
sobreviver é a fonte de riqueza que faz o país crescer.
 
O Xingu é o pai adotivo que milhares de filhos já criou, dando o pão de cada dia
dia para todos se alimentar e se matarem o Xingu todos os filhos vão chorar.
 
Nós temos um espelho em nossa frente a barragem de Tucuruí que eles não tiveram pena
daqueles que ficaram ali e que hoje estão pobre miserável sem saber pra onde ir.
 
E se nós somos pobre e miserável não é da conta de ninguém, vivemos em nossa propriedade trabalhando muito bem, e vocês é que querem acabar com a riqueza que nós tem.
 
Eletronorte e Eletrobrás são famílias de Lião transformando as hidrelétricas em forma de um Dragão  para destrui a natureza e devorar nossa população.
 
Belo Monte é uma doença que vai leva o povo para o túmulo e a Primeira maior do Brasil e a segunda maior do mundo, e se rebentar o paredão vai matar centenas de pessoas dentro de poucos segundos.
 
Vamos tomar remédio controlado, pra essa doença defender o Hospital e a Fundação, o Doutor e a União, e quem dá o resultado do exame é a doutora caneta e como é  o nome da doença belo Monte? Chama-se hepatite preta!
 
Faça a chuva ou faça sol, nós temos que enfrentar essas cobras venenosa querendo nos atacar dando o bote bem rasteiro querendo nos devorar."
 
(Poesia de José Alves - Altamira/Pará)
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