Diga não à divisão do Pará. Queremos o Pará para os trabalhadores!

Foi aprovada no Congresso Nacional a realização de um plebiscito para decidir sobre a divisão do Pará em 3 estados. Nós, do PSTU, somos contrários à divisão do estado e chamamos os trabalhadores paraenses, de todas as suas regiões, a votarem contra a divisão.

Respeitamos e concordamos com a opinião e o sentimento dos trabalhadores de todo o estado do Pará, em particular das regiões sul, sudeste e oeste em relação à incompetência do governo do estado em garantir emprego, terra, saúde, educação e saneamento para todos. O descaso dos governantes com a maioria da população do nosso estado é histórica. Não é à toa que amargamos os piores índices de desenvolvimento social do país: quase metade da população vivendo na linha da pobreza, caos na saúde e na educação, violência no campo, reforma agrária que não anda, falta de saneamento básico e destruição do meio-ambiente.

No entanto, essa é uma realidade para a maioria dos trabalhadores de todo o Estado do Pará e não só os das regiões sul, sudeste e oeste do Estado. Não é o tamanho do estado o que determina o seu grau de desenvolvimento humano, social e a competência administrativa de seus gestores, mas sim qual classe governa, com quais instrumentos e com qual programa.

Quem manda em nosso estado são as multinacionais, como a Vale e a Cargil, e um punhado de latifundiários e mega-empresários que controlam não só as riquezas de nosso estado (terras, fábricas, meios produtivos), mas o próprio estado através dos principais partidos como o PSDB, o PMDB e o PT que se revezam no poder e nada muda em nossa vida. Simão Jatene, assim como foi com Ana Júlia e Jáder Barbalho, governa para os ricos.

Enquanto as nossas riquezas estiverem nas mãos de um punhado de capitalistas, não importa o tamanho do estado, a pobreza, a miséria e a violência continuarão imperando. Só com a reforma agrária, a estatização sob controle dos trabalhadores de nossas riquezas e empresas privatizadas, como a Vale a Celpa, e um programa de governo discutido e encaminhado sob controle dos trabalhadores através de seus organismos de poder, e não de uma Assembleia Lesgislativa corrupta, é que teremos a solução para os principais problemas que afligem nossa classe. Só um governo socialista dos trabalhadores poderá romper com a Lei Kandir e com a Lei de Responsabilidade Fiscal que impedem que o estado cumpra seu papel de garantir educação e saúde de qualidade e salário digno para todos.

Proposta dos latifundiários e multinacionais
A divisão do estado é uma proposta dos latifundiários e das multinacionais que controlam o campo paraense. Só quem vai se beneficiar com essa cisão são os políticos corruptos como Giovanni Queiroz (PDT), Asdrúbal Bentes (PMDB) e Lira Maia (DEM) que já são verdadeiros “coronéis” em suas regiões, mas que querem mais aparato estatal para explorar com mais voracidade nossas riquezas, os trabalhadores da região e o meio-ambiente. Ao contrário, do que se pensa, a divisão do estado irá aprofundar a miséria e o caos no interior do Estado, pois a maior parte do orçamento dos possíveis estados de Carajás e Tapajós será, caso seja aprovada a divisão, para garantir a própria máquina administrativa desses estados (a criação do poder Executivo, Legislativo e Judiciário).

Segundo estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), caso cheguem a ser criados, os estados de Carajás e Tapajós dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas. Tapajós e Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano. Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal. O IPEA ressalta em sua análise que o PIB do Pará em 2008 foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. Para o mesmo, o Estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%. Segundo o parecer desse estudo, “nessas bases, não tem estado que se sustente”.

Os mais prejudicados com a divisão do Estado serão os trabalhadores, de todas as regiões do Estado, pois faltarão verbas para sãs áreas sociais que serão consumidas pelos políticos corruptos da região. Se o tamanho do Estado fosse sinônimo de elevados índices de desenvolvimento social e de competência administrativa, Estados como Alagoas e Sergipe, por exemplo, deveriam ser exemplos em âmbito nacional de atendimento às necessidades dos trabalhadores. E a realidade não é essa.

Por outro lado, não basta somente votar contra a divisão no plebiscito. É preciso organizar a luta da classe trabalhadora pelo controle de suas riquezas. Chamamos os movimentos sociais, os partidos de esquerda e os trabalhadores em geral para organizarmos uma grande campanha em defesa de nossas riquezas, começando pela campanha “O minério tem que ser nosso”. Precisamos acabar com a sangria de nossas riquezas feita pela Vale. Vamos à luta pelo aumento dos royalties da mineração rumo à reestatização sob controle dos trabalhadores dessa empresa que controla parte significativa de nossas riquezas.

  • Não à divisão do Pará!
  • Queremos o Pará unido para os trabalhadores!
  • O minério tem que ser nosso! Pelo aumento dos royalties da mineração de 2% para 10% rumo à reestatização da Vale!
  • Reestatização sob controle dos trabalhadores da CELPA e das multinacionais que exploram nossas riquezas!
  • Reforma Agrária já!
  • Por um governo socialista dos trabalhadores!
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    20 Comentários

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    sábado, 11 de junho de 2011 15:40:00 BRT delete

    Só quem nãnhece a realidade da região pode sair por ai falando esse monte de abrobinha e achando que esta certo, estamos falando e uma regiaão que e maior que muitos paises onde o governo não tem enteresse de investir.

    Thiago tavares
    http://www.facebook.com/home.php?sk=group_100210500069277&ap=1

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    Paulo Cezar
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    sábado, 11 de junho de 2011 15:53:00 BRT delete

    O PSTU está mostrando total desconhecimento da região. Estão defendendo um estado no qual poucos se benefiam e a massa trabalhadora principalmente do interior fica relegada a propria sorte!
    Lamentável esta posição...nós trabalhadores da região do Tapajós estamos lutando para que esta terra seja realmente dos trabalhadores e legítimos proprietarios...esta burguesia belenense que suga os bons frutos da região não quer maneira alguma perder a mordomia e o conforto...triste um partido de trabalhadores como o PSTU se aliar a essa baixaria de empresários e políticos corrúptos que se beneficiam com a mazelas do Estado!!!

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    Anônimo
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    sábado, 11 de junho de 2011 16:15:00 BRT delete

    Ta explicado...
    Os colaboradores do blog são PEQUENOS BURGUESES implantados numa universidade federal, onde agora congregam idéias revolucionárias e charlatanismo político aflorados pela cannabis sativa que os transformam em super heróis dos pobres o oprimidos conduzindo-os aos insaciáveis desejos de seus verdadeiros precursores, os grandes senhores que constroem a Fome e a Miséria...os grandes empresários, midiáticos e políticos maliciosos que dominam o Pará a anos.

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    andrey
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    sábado, 11 de junho de 2011 20:41:00 BRT delete

    Quem é contra,não somente desconhece a realidade em que vivemos durante décadas de abandono,como também deve ter um pensamento mesquinho e hopócrita,querendo plantar nas mentes da população sofrida de nossa região,a idéia de que governos próprios só trariam prejuízo aos cofres públicos...Isso é babaquice de alguém de Belém... Eu,como santareno que sou,voto SIM a criação dos novos estados...
    VIVA TAPAJÓS E CARAJÁS!!!!

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    domingo, 12 de junho de 2011 00:56:00 BRT delete

    Companheiros,

    Diferente do que vocês argumentam, questões como essa devem ter um debate e exigem uma análise da realidade pautada em um método, além do que respeito ao invés de provocações bobas.
    Sem sombra de dúvida achei interessante o ponto de vista de vocês, achei até muito engraçado o companheiro que disse que tenho superpoderes platônicos por causa da canabis, afinal quem não tem?? kkkkk
    Bem, voltando a falar sério, devemos analisar a questão por uma visão classista, acho interessante que possamos fazer as discussões e não só aceitar a questão como se fosse uma verdade absoluta, mesmo por que os a ciência existe para que possamos chegar o mais perto possível da verdade e para isso não devemos perder de vista que a realidade é dinâmica e complexa. Para refletirmos, algumas questões são primordiais:
    *para que classe vai ser boa a divisão do estado?
    *Quais os benefícios reais que a classe trabalhadora vai ter com os novos estados?
    *Quais os interesses que realmente estão por trás da divisão?
    Sempre que a classe burguesa quer fazer alguma coisa para lucrar as nossas custas é obvio que não vão falar isso em alto e bom som, por isso, sempre vemos argumentações do tipo: vai trazer desenvolvimento, vai trazer mais verbas, vai gerar mais trabalho, etc. Os grandes projetos são uma mostra disso, sempre é passado para a população o que vai vão trazer de bom (e isso na maioria das vezes é apenas propaganda), porém nunca é falado qual é a verdade dos fatos. Nunca, nunca mesmo, a mídia burguesa fala o que vem por trás desses grandes empreendimentos, nunca é falado quem lucra de verdade com isso.
    Isso sem falarmos que no Brasil, como diz um professor meu: tudo é pervertido. E isso podemos ver até mesmo nos projetos que se mostram cheios das melhores intenções, mas que na verdade de bom só têm a propaganda, pois para os verdadeiros donos do poder o que importa mesmo é lucrar, é a lógica do capital até as últimas consequências.
    Ao invés de ficarmos no: quem é contra não sabe o que está falando ou quem é contra não é da região, devemos fazer o debate sério e entender os motivos reais, não só os motivos aparentes (senso comum) que norteiam a questão.
    De fato o que vemos no Brasil é a tentativa de esconder algo que está mais do que escancarado: pouca ou quase nada é feito em favor do trabalhador. Será mesmo que todo o problema do Pará está relacionado ao seu enorme tamanho? Uma análise superficial, como é feita para se tentar enganar a população, nunca conseguirá chegar à raiz da questão.
    A análise que devemos fazer deve ser crítica, séria, embasada na realidade e acima de tudo comprometida com a classe trabalhadora.

    Grande abraço

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    Bruno
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    domingo, 12 de junho de 2011 10:53:00 BRT delete

    Tudo é feito de interesses! Quais são os seus com a não emancipação? Teoricamente seria a causa trabalhista, além é claro do político já que vcs são coligados a um partido político!

    Interessante notar que em um estado de 400 anos que sempre privilegiou a "burguesia" como mudar esse cenário? A resposta só pode ser NUNCA.
    O que estamos vendo nesse debate de "contra e a favor" é de um lado o sentimento popular no qual vcs minoram a inteligência da população falando que são "manipulados por alguns interessados", e de outro grandes empresários e alguns políticos ligados aos grandes empresários que exploram as riquesas e a população paraense. Sem divisão esse cenário NUNCA vai mudar!
    Como disse no início tudo gira em torno de interesses. Eu faço parte do sentimento popular da região do TAPAJÓS, este que vcs chamam de manipulados e tb tenho interesses, mas os meus não são políticos, mas públicos, em concursos públicos. Outras pessoas tem os mais diversos tipos de interesses seja eles social, econômico, trabalhista, ruralista.....
    Acredito que o mais importante, ao invés de tentar continuar com esse modelo dominante burgues, seria vcs desde agora começar uma campanha de esclarecimento e conscientização da população dos novos estados para com novas filosofias sociais, econômicas e ambientais, e não ficar fazendo campanha contra e com o mesmo discurso dos grandes burgueses da capital pois sabemos depois do plebiscito e a derrota dos emancipacionistas em que dará!

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    domingo, 12 de junho de 2011 14:25:00 BRT delete

    Companheiro,
    Então a questão de a burguesia dominar o estado se resolverá com a divisão do mesmo? Vc acredita que o problema da exploração capitalista no estado do Pará está diretamente ligado ao tamanho do estado?
    Uma outra dúvida: O que é política para vc? Não vejo o porquê de me envergonhar em dizer que há interesse político da minha parte, pois acredito ser elemento inseparável dentro da minhas intenções que, diga-se, é pautada na emancipação humana, e não na “emancipação” de uma parte do estado. Por isso não vejo nada que deva me envergonhar. O que fica claro na sua fala é que o termo interesse político tem um tom um tanto pejorativo, como se toda política fosse ruim e pensar politicamente um fator desprezível. Acho interessante que possamos dialogar o assunto com uma visão mais crítica, afinal, estamos falando de política não de politicagem. Não acredito que pensar politicamente seja ruim!
    Quero deixar claro tbm que os companheiros que contribuem no blog têm autonomia para postar o que quiserem e não somos todos “coligados a um partido politico”! Agora não me entenda mal, sem preocupação alguma posso dizer que sou militante do PSTU e acredito nele, pois é um partido coerente e não tenho concordância com o pensamento de que ter um partido é ruim e que por isso todas as minhas intensões são as piores possíveis. Ser de um partido não é crime e não é um mal em si!
    No mais, não minorei a inteligência da população, o que disse foi: os argumentos são usados para enganar a população. Em nenhum momento duvidei da capacidade da população, acredito que as condições materiais levam-na, em uma relação dialética - em que não devemos menosprezar a superestrutura como apenas condicionada, mas como elemento indispensável da análise que tem sua interconexão com a base material da qual se ergue e com a qual se relaciona, em grau de predominância que varia tbm segundo as condições de cada época e de cada sociedade - a ter determinada consciência que hoje é mto influenciada pela mídia, e por isso ela acaba acreditando em argumentos mais falaciosos do que reais.
    Não é fácil se fazer uma análise profunda e entender o que há por trás dos jogos de significações mistificadas por uma realidade complexa. E isso é algo que atinge até as pessoas com capacidade intelectual das mais avançadas.
    A questão que se coloca mais importante, na minha avaliação (que se pretende avalição histórica materialista e dialética), é entender quais os verdadeiros interesses que protagonizam a divisão do estado.
    Em minha opinião, uma mudança real na sociedade depende mais de uma tomada consciência sobre a sua real situação de classe do que da divisão do estado!
    Existe uma elite da região que é a favor da divisão, quais os interesses dessa elite? São os interesses dos trabalhadores? O que na realidade objetiva, e não apenas no discurso, está pautando o tema de divisão do estado do Pará?
    Faço-te todas essas perguntas pelo simples motivo de que eu ainda não compreendi o porquê de na sua argumentação ficar claro que só se dividindo o estado é que podemos melhorar a situação do mesmo!
    Afinal: se não dividirmos não temos como melhorar? Todos os problemas do estado vêm do seu tamanho e não de uma conjuntura pautada na exploração do trabalhador pela classe burguesa? E como a classe trabalhadora vai melhorar de situação e acabar com a exploração através da divisão?
    Interessante a sua argumentação bruno. Fico feliz em ver que mesmo nesse mundo cada vez mais individualista e pautado em uma ótica que privilegia o lucro, ainda existem pessoas como vc interessadas e preocupadas com as condições injustas que nos cercam!
    Para concluir, quero dizer que meu partido luta pela emancipação humana, acredita nos trabalhadores e com certeza é nossa preocupação elevar o nível de consciência social. O dia em que o método histórico materialista se torne o senso comum mundial será um dia bem mais feliz! E não acredito que dizer isso seja utópico, afinal uma das funções da ciência de hj, como no passado, é se tornar o senso comum do futuro!
    Grande abraço

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    Bruno
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    domingo, 12 de junho de 2011 20:18:00 BRT delete

    João Ricardo...

    Em nenhum momento falei que q o interesse político seja algum mal ou crime fazer parte de um partido! Apenas citei como um dos interesses que envolvem a emancipação dos novos estados.

    Acredito fielmente que a divisão não é a redenção de todos os problemas de nossa região ou até mesmo do pais, mas estou certo de que novos estados demandam novos modos ou meios de vida, novas filosofias ao qual podemos molda-las.
    No secular estado do Pará JAMAIS vamos conseguir mudar essa realidade pois todos conhecemos a suja elite principalmente de Belém que é quem sempre comandou e sempre, sempre comandará os "rumos" do estado.
    Fique certo que comungo de alguns de seus ideais tb e por neles acreditar sei que a emancipação nos deixará mais perto de realiza-las.
    O Pará é terra sem lei, por isso a grande exploração capitalista é sim motivado pela sua extensão, afinal de contas vc estuda direito e concerteza ja deve ter lido o caso dos exploradores de caverna, pois bem, o Pará é reflexo da leitura!!

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    domingo, 12 de junho de 2011 23:02:00 BRT delete

    "(...)

    Eu não tenho, como disse agora o jornalista, “a senhora é corajosa”… Eu disse: Não, os outros são covardes. Os outros é que não tem coragem de explicitar sua posição. Nós, do PSOL, defendemos o direito plebiscitário. Defendemos e vamos defender agora, quando formos discutir e votar aqui a nossa reforma política, que se ampliem os mecanismos de participação do povo. Agora, como instrumento de informação; como instrumento que possibilite aos que são a favor e aos que são contra, aos que não entendem desse debate saber o que vai acontecer no dia seguinte se assim o povo do Pará decidir dividir o Estado.

    Eu sou a favor do plebiscito e sou contra a divisão do Estado. E não tenho medo de dizer porque tenho argumentos, tenho estudado, tenho buscado me informar. Eu não quero deixar de ser paraense porque nasci na região do Tapajós. Eu não quero que nenhum cidadão do meu Estado se sinta menor porque historicamente foi violentado com a falta de políticas públicas.

    Eu não quero continuar vendo, na minha região, uma criança que é estuprada, um menino de cinco anos, passar um ano para ter o direito de reconstituir o ânus como eu vi naquela região. Ou crianças morando na delegacia, junto com os policiais e com os presos, como vi em Alenquer.

    Eu quero aqui, Sr. Presidente, de cabeça erguida, dizer, se alguns se acovardam e estão atrás da sua posição, com medo de perder o eleitorado, eu tenho orgulho de dizer que eu tive uma votação expressiva naquela região. Eu vim para cá e quero continuar orgulhando o meu povo, olhando nos olhos e falando a verdade.

    Eu não vim aqui para mentir, para ser subserviente a ninguém, eu vim aqui para defender o que eu acredito, para defender melhores condições de vida para o povo do meu Estado, um Estado rico que, enquanto tiver políticos como Jader Barbalho que há vinte e cinco anos saqueia os cofres públicos do Estado, não vai ter condições de vida: nem dividindo, nem separando e nem juntando o Estado.

    Pelo povo do Pará, por um Pará forte, com as nossas florestas em pé, apelo para que o debate aqui aconteça e que o plebiscito seja capaz de instrumentalizar o Estado inteiro do que é de fato esta posição”.

    Marinor Brito (PSOL/ PA)
    31 de maio de 2011

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    Anônimo
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    segunda-feira, 13 de junho de 2011 18:40:00 BRT delete

    eu tenho certeza que atrás da divisão do pará existe muitos politicos que estão se aproveitando da situação!hoje em dia não existe politicos competentes o ùnico que fez pelo brasil foi o lula e os outros? é perda de tempo comentar

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    terça-feira, 14 de junho de 2011 16:31:00 BRT delete

    Compas,
    Não é o tamanho do estado que indica se o trabalhador tem ou não melhores condições sociais de vida. Com divisão ou sem divisão aquele mesmo trabalhador que aqui paga 1,90 pela passagem de ônibus ou ainda aquele que em Belém paga 1,85 continuaram sofrendo com o descaso da classe que domina e se reveza no poder, no Pará, seja PMDB, PT OU PSDB.

    Entendo e compreendo o desejo de se ter mais educação, saúde, alimentos, transporte público, etc. Porém, não será criando um estado e privilegiando as oligárquias que aqui comandan a bastante tempo que vamos conquistar isso.

    Camarada Bruno como expropriar a Burguseia? NUNCA. Resposta totalmente equivocada. O estado deve ser dos trabalhadores, pois são eles quem o controem diariamente. Você, realmente, acha que as mesmas mazelas e o mesmo abandono que o trabalhador do Oeste do Pará ou do sul-sudeste sofrem não são as mesmas que os da região metropolitana?! É claro que são tão, quão pior.

    A nota do PSTU utiliza como exemplo o estado de Sergipe e eu ainda aproveito para citar o Rio de Janeiro. Estados pequenos em termos geográficos. No entanto, gigantesco em termos de miséria e abandono seja federal, estadual ou municipal.

    O povo é quem deve estar a frente das mudanças e não os "grandes" partidos burgueses e seus líderes regionais. Se há algo para se dividir são as riquezas para o proletariado e para a juventude desta classe.

    O discurso de que "quem não mora na região ou em Santarém não conhece a realidade dos trabalhadores daqui" é balela. Não podemos ter este tipo de aversão. Isso ficou para os romanos em relação aos outros povos.

    A nossa real emancipação, seja ela, política, filosófica, histórica ou social só virngará quando o controle das riquezas estiver nas maõs dos trabalhadores.

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    Anônimo
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    quinta-feira, 16 de junho de 2011 11:46:00 BRT delete

    Segundo o economista Rogério Boueri, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), se criados, os estados de Carajás e Tapajós não serão Viáveis Financeiramente, pois dependerão de ajuda federal para suprir os custos das novas estruturas de administração pública e política (novos governantes, prefeituras e outras organizações).

    Ou seja, bilhões de reais serão desviados para os bolsos de alguns oportunistas (FDP) e o abandono será ainda maior no norte do Brasil.

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    Anônimo
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    sábado, 6 de agosto de 2011 21:45:00 BRT delete

    O Pará é muito pobre. O crescimento da pobreza, da fome e da desigualdade continua em ritmo alarmante. O ESTADO FEDERAL BRASILEIRO tem o papel de intermediador entre as duas classes com o dever de reduzir cada vez mais a pobreza e a desigualdade. As políticas sociais destinam-se a atender aos direitos e necessidades universais que são estabelecidas constitucionalmente, como Educação, Saúde e Trabalho. A QUESTÃO É CONSTITUCIONAL, ou seja, NÍVEL FEDERAL! A má distribuição de renda no Brasil chama a atenção pela alta concentração nas mãos da minoria. Isso quer dizer que enquanto nas regiões SUL e SUDESTE do País a maioria dos municípios desfruta qualidade de vida comparada ao primeiro mundo, nas Regiões NORTE e NORDESTE a pobreza é imperativa! E isso, com certeza apesar de Belém ser uma cidade que cresce desde os tempos mais remotos (385 anos), não poderia JAMAIS ser comparada com cidades como, por exemplo: Parauapebas que surgiu nos anos 60 com a descoberta de uma das maiores províncias minerais do mundo “CARAJÁS”, tornando-se muito conhecido por se assentar a Serra dos Carajás. E tem como grande característica a miscigenação, com forte presença de Maranhenses, Mineiros e Goianos, sendo que os maranhenses totalizam 50% de sua população. Um outro exemplo, MARABÁ onde seu povoamento se deu nos fins do século XIX, (1913) com a chegada de imigrantes goianos e maranhenses e que é considerada uma das cidades mais emergentes do Brasil. Assim, a exemplo de outros municípios do Pará, tais lugares foram abruptamente ocupados e, em poucos anos, grande contingente populacional de outros estados atraídos pelas riquezas das nossas terras, vieram trazendo também uma ocupação desordenada e o conseqüente problema social, multiplicando a criminalidade no campo.
    Como se vê: diferentemente de Belém que cresceu ao longo de alguns séculos, o interior do Pará foi atraído por grandes contingentes populacionais em busca das nossas riquezas que, em poucos anos multiplicou a população aguçando ainda mais a cobiça de latifundiários e multinacionais que controlam o campo paraense

    POR TODOS OS MOTIVOS EXPOSTOS: DIGO NÃÃOO À DIVISÃO!!!!

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    Anônimo
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    segunda-feira, 5 de setembro de 2011 00:28:00 BRT delete

    sou contra, o pará hoje em dia é area mais fertil do brasil na area de plantação criação de animais e estração de minerios, a divisão será feita e 3 partes onde a mineração ficará para um estado, a area onde se e mais trabalhada com plantis e criações de animais ficarão para o outro estado e area q sobrará para o nosso estado será apenas o turismo. além do mais, todos esses novos estados começarão com uma população minima e uma renda absolutamente suberba, enquanto a maior população estará nas cidades ainda preservadas no nosso estado(Pará), e então, quem vai ganhar com isso? a resposta está obvia, então está na hora de abri os nossos olhos aproveitar a oportunidade e decidir a coisa certa!!! Que é dizer ñ a divisão do estado do Pará.

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    terça-feira, 6 de setembro de 2011 15:46:00 BRT delete

    Diga NÃO a divisão do Pará. Eles não querem o nosso bem e sim os nossos bens. Moro no Nordeste paraense, e essa região ficará sem as riquezas do Pará. Essa divisão totalmente desnecessária é para quê? E para quem? Vote NÃO á divisão do Pará.

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    Anônimo
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    quarta-feira, 14 de setembro de 2011 14:16:00 BRT delete

    DIZER NÃO A DIVISÃO DO PARÁ É DIZER AS SEGUINTES PALAVRAS AS PESSOAS QUE VIVEM NO INTERIOR DO ESTADO, OLHA VOCÊ DEVEM CONTINUAR MORRENDO A MÍNGUA, SEM MÉDICO, SEM ESTRADAS, SEM ESCOLAS DE QUALIDADE, EM FIM, VOCÊS CONTINUARÃO NA ESTACA ZERO COMO ESTÃO. TODOS NÓS SABEMOS QUE VOTAR NO NÃO É DEIXAR O POVO COMO ESTÁ,É DEIXAR O POVO MORRENDO AOS POUCOS. É SÓ ISSO QUE O NÃO TEM PRA OFERECER, TIVERAM UMA VIDA TODO E NADA FIZERAM, AGORA DÃO UMA DE BONZINHOS,HÁ, QUE NADA O POVO ESTÁ CANSADO DE SER ENGANADO POR ESSA TURMA. ACORDA GALERA, O SIM É NOSSA UNICA CHANCE, VOCÊS ACHAM QUE A COISA PODE PIORAR MAIS DO QUE JÁ ESTÁ, ISSO SERIA POSSÍVEL, CLARO QUE NÃO NOSSA SITUAÇÃO JÁ CHEGOU AO EXTREMO.PIORAR MAIS É IMPOSSÍVEL, NÃO HÁ COMO FICAR PIOR DO QUE JÁ ESTÁ, É SIM, É SIM, É SIM E PRONTO.

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    Anônimo
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    quarta-feira, 14 de setembro de 2011 14:29:00 BRT delete

    OLHA SE AQUI EM BELÉM ACONTECEM COISAS BIZARRAS, OS NOSSOS IRMÃO BELENENSES ESTÃO MORRENDO NA PORTA DOS HOSPITAIS SEM ACOMPANHAMENTO MÉDICO, IMAGINEM NO INTERIOR DESTE ESTADO TÃO GRANDE QUE É O PARÁ. EU VOU PENSAR UM POUCO MAIS ANTES DE DECIDIR MEU VOTO, SEI LÁ, NOSSO ESTADO É MUITO GRANDE. O QUE SE TEM VISTO AQUI NA CAPITAL NOS ÚLTIMOS DIAS É INACEITÁVEL, PESSOAS MORRENDO NAS FILAS DOS HOSPITAIS, MULHERES DANDO LUZ A SEUS FILHOS EM MACAS, OUTRAS INFELIZMENTE VÊEM SEUS FILHOS MORREREM POR QUE O MÉDICO SE NEGOU A ATENDER ESSA MÃO QUE JÁ ESTÁ VINDO DO INTERIOR POR QUE LÁ NÃO TEM NADA, A GENTE QUE VIVE AQUI EM BELÉM SABE DISSO.QUE COM TODO APARATO QUE TEM AQUI AINDA ASSIM O NOSSO POVO QUE MORA AQUI SOFRE, IMAGINA COMO É QUE A COISA DEVE SER LÁ NA REGIÃO SUL E SUL-DESTE, LÁ É QUE A COISA DEVER SER FEIA MANO, SE ESTA TURMA ESTÁ QUERENDO A DIVISÃO ALGUMA COISA DEVE ESTÁ ACONTECENDO POR LÁ, E ISSO NÓS DEVEMOS OBSERVAR, ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO. NOSSOS POLÍTICOS AQUI DE BELÉM NÃO SÃO SANTO NÃO.POR ISSO EU VOU BUSCAR ME ESCLARECER MELHOR, AÍ SIM EU VOU DECIDIR MEU VOTO.

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    Anônimo
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    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 23:13:00 BRT delete

    EU VEJO GIOVANNE QUEIROZ, ZEQUINHA MARINHO, JOÃO SALAME E DEMAIS PESSOAS ENVOLVIDAS, NA LUTA QUE BUSCA A ALFORRIA DO POVO SUL-PARAENSE, EU OS VEJO COMO HOMENS HONRADOS, QUE NÃO ACEITAM MAIS VER SEU POVO SOFRENDO, QUERO PARABENIZA-LOS POR SUA CORAGEM, POIS A DECISÃO DE VOCÊS DE DEFENDER QUE NOSSAS RIQUEZAS, PARA QUE AS MESMAS FIQUEM POR AQUI NA REGIÃO SUL E SUDESTE DO ESTADO É MUITO LINDA E LOUVÁVEL E DIGNA DA MINHA ADMIRAÇÃO,POIS O POVO JÁ ESTÁ CANSADO DE SOFRER NA MÃO DE MEIA DÚZIA DE PODEROSOS, QUE SÓ PENSA EM SI MESMO.

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    Anônimo
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    domingo, 13 de novembro de 2011 15:54:00 BRT delete

    Quem se deixa enganar por politicos corruptos- que nem se quer nasceram em nossas terras, mas que chegaram aqui com uma mão na frente e outra atrás e agora querem dizer o que se deve ou não fazer- é por que ainda não tem consciência ou não conhece os verdadeiros interesses de todos os que vivem numa sociedade capitalista como a nossa. Ninguém faz nada pensando no outro, mas somente em seus interesses, ou seja, quem me garante que realmente eles estão pensando no nosso futuro? só acreditaria diante de um contrato feito diante de todo o povo paraense.
    Por isso digo NÂO e NÂO.

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    sexta-feira, 18 de novembro de 2011 23:39:00 BRT delete

    PORQUE DIZER "NÃO" A DIVISÃO DO "PARÁ"?

    Para quem não sabe o PARÁ sempre foi um ESTADO imenso, rico, hospitaleiro, humanitário e que deixou ao longo do tempo muitosPARAENSES desempregados e famílias inteiras passando necessidades, para empregar cidadãos que vêm de diversas partes do BRASIL e doMUNDO para morar e usufruir do que é "NOSSO" e se em diversas cidades e municípios do PARÁ estão abandonados a culpa "NÃO É DOS PARAENSES" e sim de "DIVERSOS POLÍTICOS" que HOJE estão lutando pela divisão do PARÁ, para terem a possibilidade de mais um cargo político público enriquecedor, pois com a "DIVISÃO DO PARÁ" só quem tem a ganhar são ''ELES" e os cidadãos que vêm de outras cidades do BRASIL(nordeste, sudeste, centro-oeste, sudoeste e mais precisamente do SUL) e do mundo inteiro, pessoas as quais nós acolhemos, demos terra para morar, plantar, trabalhar... depois de perderem suas casas, terras, perspectivas de vida, famílias etc...e que agora se unem muitoMALICIOSAMENTE para ''ROUBAREM LEGALMENTE" E PIOR C/ O APOIO (VOTO) DE PESSOAS INGÊNUAS QUE NEM TÊM NOÇÃO DO PREJUÍZO QUE ESTÃO DANDO AO NOSSO "LINDO, PERFEITO E ABENÇOADO PARÁ".
    A falta de: respeito, honestidade e gratidão dessas pessoas para com agente é tão grande que ELES já se consideram donos de mais da metade do nosso PARÁ, no SUL por exemplo, além de estarmos sendo chamados de"ÍNDIOS BURROS", ESTAMOS SENDO MOTIVO DE CHACOTAS EM PROGRAMAS DE TELEVISÃO NA REDE GLOBO COMO OS "CARAS DE PAU", "PROGRAMA DO JÔ", ENTRE OUTROS. AGORA ME DIGA VOCÊ VAI VOTAR "SIM"OU "NÃO" PELA "DIVISÃO DO PARÁ": ( 58% TAPAJÓS, 25% CARAJÁS E SÓ 17% P/ O PARÁ. ) e ainda vão nos levar todas as nossas florestas, rios, ouro e nos deixar POBRES. ??##**%%$$"""......( - ?? - ).....

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