Ebook para download grátis: Poemas de Alípio Freire e "O campo e a cidade na literatura brasileira"

Editora Expressão Popular com seu projeto de disponibilizar gratuitamente, em formato Ebook, todo seu conteúdo esgotado, disponibiliza para download em seu site: Estação Paraíso, livro de poemas de Alípio Freire, e O campo e a cidade na literatura, de Luiz Ricardo Leitão.




Publicados incialmente no início dos anos 1990 de forma "artesanal", segundo o próprio autor, os poemas de Freire fazem parte "de um exercício mais amplo que iniciei nos anos 90, e que trato sob o título geral de 'Diálogo com os poetas'", relata o jornalista e escritor. "Interrompido o diálogo por motivos de tempo, ainda pretendo um dia retomar: um estudo da poesia brasileira e da história da nossa literatura, tradição da qual somos tributários (para o bem ou para o mal – queiramos ou não) e que precisamos conhecer o melhor possível para avançarmos em qualquer rumo – mesmo que pretendamos rupturas. Por isto, podemos identifi car, ao longo destes poemas, paráfrases, citações, adaptações e outros modos de conversar com os que vieram antes. Entre eles, Carlos Drummond de Andrade, Casemiro de Abreu, Gonçalves Dias, Manuel Bandeira, Olavo Bilac e outros", explica Freire.
"Desejamos que a publicação de O campo e a cidade na literatura brasileira contribua para fomentar a unidade dos trabalhadores rurais e urbanos deste paíscontinente, cujas lutas, ao longo de nossa atribulada história, têm sido reprimidas sem nenhum pudor pelas classes dominantes", assinala Leitão.

Nesta interessante e didática obra, o autor parte do seguinte questionamento: Ensinar literatura - por que e para quê?, ao que responde: "Toda literatura sempre faz parte do patrimônio cultural de um povo. Afinal de contas, nenhuma língua é propriedade privada desta ou daquela corporação. Ainda que os manuais de lingüística consignem o conceito do idioleto (a linguagem exclusiva de um único indivíduo), não existe, na prática, nenhuma língua individual. A expressão verbal humana, bem o sabemos, é fruto da interação social. Ao contrário do que supõe o pensamento idealista, segundo o qual a categoria fundadora da história é a linguagem, esta constitui, em última instância, um produto do laborioso processo de construção da humanidade por meio do intercâmbio social, engendrado pela necessidade de produção da vida, conforme tão bem descreveram Friedrich Engels e Karl Marx em A ideologia alemã. Portanto, as línguas e as literaturas são um produto social, compartilhado por membros de uma comunidade que costuma servir-se de tal produção como se ela fosse a sua própria “carteira de identidade”. O lingüista britânico M. Halliday frisa que, mesmo que um indivíduo domine e empregue vários idiomas, a sua língua materna, com a qual satisfará todas as tarefas que exijam o uso de uma linguagem, só pode ser definida pelo grupo social que ele integra; ou, como diria o poeta, “minha pátria é minha língua”.

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Titulosort icon Ano
A guerra de Hugo Chavez contra o colonialismo - Núnzio Renzo Amenta 2010
À sombra do libertador: Hugo Chávez Frias e a transformação da Venezuela - Richard Gott 2004
Alvo: Iraque, O que a imprensa não contou - Norman Solomon e Reese Erlich 2004
Brasil: crise e destino - Entrevistas com pensadores contemporâneos - Cesar Benjamin e Luiz Antonio Elias (orgs.) 2000
Estação Paraíso - Alípio Freire 2007
O campo e a cidade na literatura brasileira - Luiz Ricardo Leitão 2007
O Século 21: Erosão, Transformação Tecnológica e Concentração do Poder Empresarial - Pat Roy Mooney 2002
Sociologia política da guerra camponesa de Canudos: da destruição do Belo Monte ao aparecimento do MST - Clóvis Moura 2000
Um homem, um povo - Marta Harnecker entrevista Hugo Chavez 2004
 
 
 
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